No paciente com insuficiência adrenal central, o início do tratamento GH – hormônio de crescimento pode exigir um aumento na dose de hidrocortisona justamente por interferência indevida. A monitorização cuidadosa dos sintomas do paciente, tais como peso aumentado, apetite e humor são necessários para avaliar a necessidade de alteração da dose de glicocorticóide devido a suas interveniências. Até a própria nutrição pode ser envolvida nesses antagonismos, p. ex.: alimentos orgânicos ricos em triptofano, aminoácidos que no corpo e no cérebro se transformam em serotonina e melatoninas devem ser utilizados. Isso pode ajudar muito, pois o indivíduo sob estresse, com cortisol alto, tem inibição da enzima 5- hidroxitriptofano, responsável pela captação do triptofano dos alimentos e síntese do 5-HTP. Para esclarecer, quando em estresse, não apenas dizer que “o dia foi difícil” ou que alguém passou “por problemas e não está com paciência para lidar com mais nada”, isso são apenas fatores que desencadeiam o verdadeiro estado de estresse. Para entender o problema, de maneira geral os principais sintomas de que isto pode estar sendo um agravante para a sua saúde estão divididos entre reações emocionais, cognitivas (cognição é o ato ou processo da aquisição do conhecimento que se dá através da percepção, da atenção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem. É o conjunto dos processos mentais utilizados no pensamento, na classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas), comportamentais e fisiológicos. Já dá para perceber que não é apenas um sentimento ruim, mas que acarreta em problemas para a pessoa como um todo. Irritabilidade constante, ansiedade, problemas de sono, depressão, hipocondria, exaustão, dificuldade para se concentrar, escolha de “válvulas de escape” como drogas, álcool, tabaco, além de problemas na coluna, sistema imunológico enfraquecido, doença cardíaca e hipertensão, são os principais sinais e envolve os glicocorticoides nessa logística extensa.
As reações químicas que ocorrem em nosso corpo são ainda mais problemáticas. A pessoa muito estressada libera mais cortisol em seu corpo, e logo há a inibição da produção de melatonina e da serotonina por tabela. Para o sono, isso quer dizer que a qualidade está comprometida, pois não conseguimos atingir estágios de sono profundo e não produzimos hormônios importantes como o hormônio de crescimento-GH, insulina e principalmente a leptina, hormônio da saciedade. Com isso, a pessoa passa a dormir mal, não descansa, não fortalece sua imunidade, não queima a gordura, não ganha músculos e perde a memória mais facilmente, além de ficar com uma fome incontrolável, um detalhe importante é que o hormônio de crescimento é sono dependente, e 80% de sua produção ocorrem aproximadamente 3 a 4 horas após o sono profundo. A não liberação de GH – hormônio de crescimento e do IGF-1 (fator de crescimento símile à insulina) de forma adequada em qualquer fase do crescimento humano redundarão em crescimento com baixa estatura, além de comprometer diversas etapas da fase adulta. Portanto, os glicocorticóides em especial o Cortisol e seus derivados sintéticos, devem ser utilizados com muita parcimônia. Caso tenha necessidade da utilização de qualquer substância produzida inicialmente pela estimulação do eixo Hipotálamo – hipofisário – núcleo arqueado ou adrenal, faça com auxílio experiente.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como saber mais:
1. Desde que foi reconhecida como uma epidemia mundial pela Organização Mundial de Saúde em 1997, a obesidade tornou-se um crítico problema de saúde pública em grande escala. Sua taxa de prevalência é de grande alcance e já não se limita apenas aos países ricos...
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2. A obesidade afeta continua e progressivamente, adultos e crianças...
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3. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade em todo o mundo quase dobrou desde 1980 e a partir de 2008, 500 milhões de homens e mulheres eram obesos...
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Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Li C, Basarab J, Snelling WM, Benkel B, Murdoch B, Hansen C, Moore SS. (2004) Assessment of positional candidate genes myf5 and IGF1 for growth on bovine chromosome 5 in commercial lines of Bos taurus. J Anim Sci, 82:1-7. Lissau I, Overpeck MD, Ruan WJ, Due P, Holstein BE, Hediger ML. (2004) Body mass index and overweight in adolescents in 13 European countries, Israel, and the United States. Arch Pediat Adol Med, 158:27-33. Lobstein T, Frelut ML. (2003) Prevalence of overweight among children in Europe. Obes Rev, 4:195-200. Ludwig DS. (2012) Weight Loss Strategies for Adolescents. 14-Year-Old Struggling to Lose Weight. J amer Med Assoc, 5:498-508. Maj A, Snochowski M, Siadkowska E, Rowinska B, Lisowski P, Robakowska-Hyzorek D, Oprzadek J, Grochowska R, Kochman K, Zwierzchowski L. (2008) Polymorphism in genes of growth hormone receptor (GHR) and insulin-like growth factor-1 (IGF1) and its association with both the IGF1 expression in liver and its level in blood in Polish Holstein-Friesian cattle. Neuroendocrinol Lett, 6:981-989. Malina RM, Bouchard C, Bar-Or O. Growth, maturation, and physical activity. Second edition. Human Kinetics, Champaign, Illinois, 2004:14-21. Malina RM, Geithner CA, O‘Brien R, Tan SK. (2005) Sex differences in the motor performances of elite young divers, Ital J Sport Sci, 12: 18-23. Malina RM, Huang YC, Brown KH. (1995) Subcutaneous adipose tissue distribution in adolescent girls of four ethnic groups. Int J Obesity, 19:793-797. Malina RM, Katzmarzyk PT, Siegel SR. Overnutrition, undernutrition and the body mass index: Implications for strength and motor fitness. In: Parízková J, Hills AP (eds.), Physical fitness and nutrition during growth. Karger, Basel, 1998:13-26. Malina RM. Biosocial correlates of motor development during infancy and early childhood. In: LS Greene, FE Johnston (ed.), Social and Biological Predictors of Nutritional Status, Physical Growth and Neurological Development. New York, Academic Press, 1980: 143-171.
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